Grupos Mudança3
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Implementação    de Projectos  
de Mudança          Comportamental
Grupos em Mudança
(pag. 3#3)
3. Estratégia
em que os 4% de “Adesão-Acção” são os que agem, enquanto que os 12% de “Adesão-Opinião” são os que criam as cascatas de adesão. No plano da “Expectativa”, existem 32% de Primários, os que entram com facilidade nos processos mas não “duram muito”, só funcionam bem por ciclos “actividade-inactividade”. Pelo contrário os Secundários arrancam com mais dificuldade, mas não desistem nem abandonam com facilidade. No grupo do “Bloqueio” encontram-se também diferentes percentagens dos quatro tipos (Acção, Opinião, Primários e Secundários), sendo o seu equilíbrio um factor dominante no tipo de acção que desenvolverão: de mais intensa-activa a menos intensa-passiva.

Como é evidente estes factores condicionam fortemente a definição da estratégia a ser implementada.
Como factor critico a relembrar, na prática, com uma estratégia sociopedagógica correcta, para arranque da Mudança Organizacional, só é necessário ter um grupo de adesões de 4% (4 indivíduos em cada 100) para se poder começar a transformar a situação.
O erro normal é usar as primeiras adesões activas (os 4%) para iniciar o processo de mudança, quando esse grupo deve ter a função de criar e desenvolver um grupo de activo de mudança (gerindo redes relacionais) (1ª fase) e não agir a transformar a situação (fase final). Este erro é apenas um erro estratégico, originador de insucessos.
Esta perspectiva é muito usada no marketing politico, ver (por ex.) “The selling of the President, Joe Mc Ginniss”
O universo a transformar é sempre composto por 8 tipos de grupos, quantitativa e qualitativamente distintos, que exigem estratégias e intervenções também distintas. São eles:
Grupos de Activos de acção
Grupos Activos de Opinião
Grupos Animadores
Grupos Mudança
Grupos invisíveis de mudança (grupo crucial no processo)
Espectadores directamente envolvidos
Espectadores indirectamente envolvidos
Espectadores estranhos à situação
A estratégia a construir tem 3 FCS (Factores Críticos de Sucesso) a serem monitorizados permanentemente:
                                                       
                                                              - A  calendarização das acções na sua adaptação ao real
                                                             - A análise das evoluções existentes em cada grupo
                                                             - Adaptabilidade do plano-programa existente aos dois aspectos anteriores