Pensar e Anedotas
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Aprender a pensar com anedotas
Um amigo diz a outro:

    - Tenho um papagaio que diz “Olá”.

O outro responde:

    - Olha a novidade, ...  

        tenho uma garrafa que também diz !

Espantado, o primeiro pergunta:

    - Diz...diz o quê?

Resposta:

    - Diz “Água do Luso” !
Uma Anedota:
O que acontece é que qualquer anedota tem uma “armadilha mental” que é percebida não conscientemente e criadora de tensão.
Quando esta situação paradoxal é explicada, a tensão é “desfeita” sob forma de riso e alegria e o prazer desta relaxação é o motivo para ouvir anedotas.

Se a anedota não engana, se propõe um raciocínio simples e directo...não há anedota, não há rir:
       ser enganado é o prazer de ouvi anedotas.
A actividade que se propõe é o desafio de descobrir onde foi enganado e como.
É um treino que desenvolve a agudeza da mente em seguir um raciocínio e encontrar os seus “bugs”.
Numa palavra “aprender a não ser enganado