Team Building...tem a certeza?
Teambuilding... tem a certeza
1 - compreender os "conceitos-chave" e os "FCS” (Factores críticos de sucesso) da “vida em equipa” (grupo Together e Apart);
2 - experienciar (agir e pensar) a aplicação prática de cada um dos elementos anteriores, estabelecer os seus pontos fortes e fracos e definir condições de sua utilização;
3 - perspectivar os factores anteriores na situação profissional concreta dos participantes;
4 – prospectivar acções futuras com base na aprendizagem obtida.
Gerir uma equipa implica técnicas de gestão de “group together” e de “group apart”.
Isto significa gerir uma situação de grupo “face-a-face” (together) e complementarmente gerir um grupo “virtual”, isto é, um grupo que existe num espaço/tempo em que os seus membros estão separados, isolados e autonomamente executando tarefas próprias”(apart).
O focus da dinâmica da equipa é manter um equilíbrio positivo (circulo “virtuoso”) entre os ciclos que integram os dois processos.
Criar e desenvolver este circulo “virtuoso” implica o dominar factores relacionados com a gestão da "locomoção grupal", ou seja, a produção de resultados (normalmente em grupo “together”) e da "dinâmica grupal", ou seja, a interdependência nas tarefas inerentes à produção desses resultados (normalmente em grupo “Apart”).
Por sua vez, participar numa equipa é compreender, apoiar e dinamizar o trabalho em comum, em direcção aos resultados pretendidos.
Hoje, no século XXI, o trabalho caracteriza-se por uma intensa pluridisciplinaridade (áreas tecnicamente distintas) que necessita funcionar em transdisciplinaridade (áreas com zonas sobrepostas), com a necessidade de integrar decisões com múltiplas variáveis.
Hoje, trabalhar bem significa trabalhar em interdependência com outros.
O trabalho não conectado perde eficiência, eficácia e produtividade.
É necessário não só positivar os aspectos complementares de cada um, como também, reduzir e aproveitar (aprender com..) os obstáculos a essa complementaridade.



A formação de uma equipa nunca está terminada. Cada ponto de chegada (bom ou mau) de um ciclo (tarefa) é sempre um ponto de partida (bom) para outro ciclo.
Se foi bom é imprescindível fazer “história dos seus factores críticos” para ficar, na memória da equipa, como um ponto de aprendizagem a repetir.
Se foi mau é fundamental “criar experiência a partir dos seus pontos críticos” para ficar, na memória da equipa, como uma aprendizagem de não repetir.
O seu plano é:
Para o presente e para o passado de uma equipa, o resultado da sua tarefa é importante mas, para o seu futuro, o Debriefing efectuado sobre esse resultado é muito mais importante.